Encantado com a superstição?

Quantos de nós nunca tivemos crença ou sentimento sem fundamento racional, que induz à confiança em coisas absurdas, ao temor a coisas inócuas e imaginárias e à criação de obrigações falsas e indevidas, sem relação alguma entre os fatos e suas causas? Pois bem, possivelmente você que lê esse post tem ou teve uma experiência com o que o dicionário define como “superstição”. Lembro ter ouvido quando criança frases como: não deixa o sapato virado ou a tesoura aberta porque é agouro; não passa por baixo de uma escada, nem cruze com um gato preto que isso traz azar, não aponta o dedo pra lua que vai crescer uma verruga na ponta… e etc.

A verdade é que ter superstição gera uma sensação de encanto, e ao mesmo tempo representa uma carga, algo que funciona como um freio e impede que avancemos. É como o medo que nos escraviza, e nos faz “inclinar” diante de suas crendices. Quando estava sob a pesada influencia supersticiosa do Egito, o povo de Israel quase chega a ser escravizado em todos os aspectos de sua vida. Porém um grupo acreditava no Deus verdadeiro, e tinha a esperança focada na libertação que viria de Deus.

A Bíblia nos conta a história detalhada do que aconteceu quando Moisés voltou e pelo poder do poderoso Deus conduziu o povo rumo à liberdade. Depois de 40 anos desvinculando-se gradativamente dos efeitos da superstição e escravidão, o povo está diante de Canaã, a terra prometida. É interessante que depois de tanto tempo de “crescimento espiritual”, Moisés exortasse outra vez o povo à obediência. Uma dessas advertências me chama a atenção; a idolatria.

“Guardai, pois, com diligência a vossa alma, pois semelhança nenhuma vistes no dia em que o Senhor, vosso Deus, em Horebe, falou convosco, do meio do fogo; 16 para que não vos corrompais e vos façais alguma escultura, semelhança de imagem, figura de macho ou de fêmea; 17 figura de algum animal que haja na terra, figura de alguma ave alígera que voa pelos céus; 18 figura de algum animal que anda de rastos sobre a terra, figura de algum peixe que esteja nas águas debaixo da terra; 19 e não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus, e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles que o Senhor, teu Deus, repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus.” Deuteronômio 4. 15-19.

O texto é claro, não deixa duvida, mas nós insistimos na crença ou sentimento sem fundamento racional, que induz à confiança em coisas absurdas. No fundo, confiar em coisas absurdas pode ser uma maneira de rechaçar a responsabilidade de seguir e obedecer o verdadeiro Deus. Não tenha medo de “desemborcar os sapatos”, nem de “fechar a tesoura”, porque Deus quer entrar na sua vida pra por ordem em todos as aspectos, e não temor. Ele quer desfazer o “encanto” e a carga da superstição, e te dar libertação.

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