Por que Satanás quer impedir que confessemos nossos pecados ao Senhor?

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A sugestão de que, por ser Deus onisciente, não precisamos confessar nossos pecados a Ele, é um engano, uma armadilha. Quando confessamos nossos pecados a Deus, se rompe o segredo de pecado que havia em nossa vida, e Satanás perde o controle sobre nós, e já não pode exigir o preço (do pecado). Por isso ele tenta de todas as maneiras impedir que confessemos, mencionando por nome, cada um dos nossos pecados e faltas ao Criador.

Humanamente falando é uma situação desagradável reconhecer nossos pecados, e surge uma variedade de motivos para postergar essa ação. E o que acabamos deixando para “amanhã” vai perdendo a importância até que nos esquecemos, permitindo ao inimigo alcançar o seu objetivo. Se não fosse necessário e importante, ainda que consciente da onisciência de Deus, confessar os pecados, o verso abaixo não teria sentido.

9 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. 1 João 1:9

Deus sabe exatamente nossa situação, e mesmo sabendo que não vamos informar nada novo a Ele, inspirou o salmista a declarar:

“SENHOR, tu me sondaste, e me conheces.
Tu sabes o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento.
Cercas o meu andar, e o meu deitar; e conheces todos os meus caminhos.
Não havendo ainda palavra alguma na minha língua, eis que logo, ó Senhor, tudo conheces.
Tu me cercaste por detrás e por diante, e puseste sobre mim a tua mão.
Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta que não a posso atingir.”
Salmos 139:1-6

Confessar o pecado, e apresenta-lo por nome a Deus é um reflexo santificação através do Espírito Santo. Nos sentimos leves, livres de uma grande carga, e percebemos que aquele hábito pecaminoso não tem sentido, e perdeu o que tanto nos atraia a ele. Crescemos em Cristo, e vivenciamos a promessa de que 13 O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que asconfessa e deixa alcançará misericórdia.” Proverbios 28.13.

 

Baseado em “El encanto de la superstición”, Kurt Hasel. 
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