Vivendo a luxúria depois do dilúvio

“O apetite é satisfeito sem restrições. Professos seguidores de Cristo estão hoje comendo e bebendo com os ímpios, enquanto seus nomes permanecem no honrados registros da igreja”. PP Cap. 7.62

Uma idêntica condição de coisas existe hoje. Aquilo que em si mesmo é lícito, é levado ao excesso. O apetite é satisfeito sem restrições. Professos seguidores de Cristo estão hoje comendo e bebendo com os ímpios, enquanto seus nomes permanecem nos honrados registros da igreja. A intemperança embota as faculdades morais e espirituais, e prepara o caminho para a satisfação das más paixões. Multidões não se sentem sob qualquer obrigação moral de reprimirem seus desejos sensuais, e tornam-se escravos da luxúria.

Os homens estão vivendo para os prazeres dos sentidos, para este mundo e para esta vida unicamente. A extravagância invade todas as rodas da sociedade. A integridade é sacrificada pelo luxo e ostentação. Aqueles que se apressam em se fazerem ricos pervertem a justiça e oprimem os pobres; e “corpos” e “almas de homens” ainda são comprados e vendidos. Fraude, suborno e roubo ostentam-se, sem que sejam repreendidos, nos meios altos e baixos. As edições do prelo estão cheias de relatos de assassínios, crimes cometidos com tanto sangue frio e sem motivos que parece como se todo o instinto de humanidade estivesse extinguido.

E estas atrocidades se tornam uma ocorrência tão comum que dificilmente provocam um comentário ou despertam surpresa. O espírito de anarquia está se insinuando em todas as nações, e as explosões sociais que de tempos em tempos provocam horror ao mundo não são senão indicações dos fogos contidos das paixões e ilegalidade, os quais, havendo escapado à sujeição, encherão a Terra com miséria e ruína. O quadro que a Inspiração nos deu do mundo antediluviano representa mui verdadeiramente a condição a que rapidamente a sociedade moderna caminha. Mesmo agora, no século presente, e nos países que professam ser cristãos, há crimes cometidos diariamente, tão negros e terríveis como aqueles pelos quais os pecadores do velho mundo foram destruídos.

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