Atentado na França: para refletir e medir as consequências

caopelaorelhaVocê já quis ajudar alguém que não queria ajuda? Ou disse o pensava sobre alguém irrefletidamente? É provável que tenha se arrependido ou ficado tremendamente decepcionado. Jesus conhecia os riscos de vir à terra como homem, e sabia exatamente o que sofreria nas mãos de homens pervertidos e sem escrúpulos. Mas Ele veio para fazer o bem, e deixou o exemplo de como ajudar até mesmo o que rejeitam um ato de bondade. Demonstrou amor, compreensão, e respeito ao livre arbítrio de quem buscou ajudar. Cristo jamais ridicularizou o ser humano, mesmo conhecendo o íntimo e a natureza pecaminosa dos que eram levados aos seus pés.

Com os olhos fechados e explicitamente desinteressados pelo exemplo encontrado no caráter do Salvador da humanidade, muitas pessoas se deixam guiar por impulsos egoístas e sentimentos preconceituosos ao lidar com os valores e princípios alheios. A “liberdade de expressão” inevitavelmente é utilizada de maneira equivocada e desrespeitosa, sem considerar o valor da fé. Jesus sabia que éramos ovelhas perdidas, filhos pródigos, pessoas desconectadas do Criador, e por isso incapazes de corresponder imediatamente, às expectativas do Salvador.

Ao ler a notícia do ataque à sede da revista “Charlie Hebdo” na França, refleti sobre como nos comunicamos quando nos referimos à fé de alguém, ou quando nos pronunciamos sobre questões alheias sem medir o peso das palavras que fluem dos nossos lábios. Cristo, enquanto na terra, se preocupava sim com as pessoas, fazia de tudo para ajuda-las, mesmo quando não era solicitado porque Ele sempre sabe e nos dá o que nós precisamos, não o que queremos. Acredito que devemos, mais que seguir o seu exemplo, deixar que Ele transforme o nosso caráter semelhante ao dele.

Somente quando nos tornamos mais semelhantes à Jesus é que nossos comentários, atitudes e intenções em ajudar as pessoas serão saldáveis a nós e a elas. É somente através de Cristo que somos capacitados a nos comunicar e a intervir em questões alheias de maneira sábia e positiva. Fora desse contexto, nossos atos nos fazem como o personagem de Provérbios 26.17, que agiu de maneira insana. Quando seguimos os passos de Jesus e seus métodos, podemos ficar decepcionados, mas jamais arrependidos!

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