Palavras, palavras, e palavras!

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Você alguma vez já refletiu sobre a força das palavras? Na força negativa e positiva que elas têm? Sim, afinal, as palavras podem libertar e oprimir, alegrar e entristecer, aliviar e angustiar, rir e chorar, incentivar e esmorecer, amar e odiar. Palavras iniciam guerras.

“Vá”, “Venha”, “Fique”, “Eu vou”, “Eu não sei”, “Não posso”, “Sim, eu mereço” – – é assim que marcamos as nossas escolhas. A palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas. Com a boca liquidamos negócios e amores.

Palavras podem ofender mais do que a realidade. E além do conteúdo das palavras, há que se ver a forma de como elas são ditas. Muitas vezes queremos falar uma coisa, mas a forma ou a nossa expressão facial acabam nos traindo. Palavras bonitas não bastam.

Há ainda outra situação: quando a palavra mais forte é o silêncio. Inúmeras vezes falamos demais, falamos besteiras, falamos sobre o que não sabemos, falamos para a pessoa errada, no momento errado e da forma errada. Com absoluta certeza, escutar e silenciar são artes que precisamos aprender e exercitar. Ouvir é tão importante que fomos feitos com duas orelhas e uma só boca…

Lembre-se que a morte e a vida estão no poder da língua. (Pv. 18:21)

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